sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Polinesian Cultural Center

Quinta-feira, 07 de novembro de 2013 - Honolulu

Foi um dia daqueles que eu peguei um tour somente para passar o tempo, e como aqui se precisa de carro pra tudo, pra não ter que me preocupar com deslocamentos.
Comecei o dia fazendo o check-in que não fiz ontem - a recepção não é 24h, tinha uma plaquinha indicando o apto de um dos funcionários, que me deu a chave, kitchnete 503.

E fui ao ponto de encontro no local indicado no voucher, onde a van passou pontualmente e me pescou.

O guia Matt muito falante e brincalhão logo cativou a todos, mas no começo do passeio foi difícil, eu não estava nem quero saber a quem pertence tal casa e tal mansão e quanto custou essa ou aquela. Ô coisa chata de americano, pra que querer saber isso ?!!

A primeira parada foi numa fazenda de abacaxi, aquela coisa de incentivo ao consumo: a entrada e saída são pela lodjinha e tem um monte de degustações.



No caminho paramos para umas fotos da praia (o sol estava forte e o calor também),

e seguimos para o Polinesian Cultural Center.
O que é isso? bem, a Polinésia é um conjunto de mais de 1000 ilhas situadas na Oceania e não muito longe daqui.

Os americanos talvez por, assim como eu, reclamarem do tempo perdido em deslocamentos decidiram trazê-las (as mais relevantes) pra cá, no seu mundo de faz-de-conta. E deram o nome de Polinesian Cultural Center, onde cada setor do parque representa uma ilha, mostrando seus costumes.

Não conheço a Polinesia, mas já fui pra Ilha de Pascoa e fiquei desapontado com o que fizeram com os moai. Se o problema era espaço, colocassem um ou dois, e não uns poucos (na real são 13) com tamanho de brinquedo. Quem ver isso pensará várias vezes antes de gastar $$$ pra ir pra lá!
Bem, de qualquer modo fiquei mais interessado ainda em conhecer estas ilhas e culturas. Quem sabe nas próximas ferias...

Houve danças e shows com os voluntários pré-combinados. E um video em cinema 4D que não precisou daqueles óculos nojentos e nauseabundos.

O almoço foi incluso, mas consegui comer somente a metade nos 30min que nos deram.

Eu e mais um alemão éramos os mais jovens. Se tirarmos os japas e coreanos, parecia Festa Baile de 3a idade. Só faltava o Agnaldo Rayol...

Ah, e ninguém quis se misturar, mesmo os americanos.





Já pelas 15h começou a chover e assim foi o resto da tarde.
Paramos rapidamente na pedra furada daqui
 e numa fazendinha de macadâmia onde aproveitei pra provar o café. Um pouco diferente, levando-se em conta que na America tudo é faz-de-conta, engana bem...






Fomos a um templo japonês (são todos parecidos em qualquer lugar do mundo, mas o clima de paz é onipresente). Antes de entrar tem que tocar o sino para liberar os fluidos ruins.


e por último parada rápida num mirante pra ver a cidade.




Conforme a van ia entregando as pessoas, eu fui tirando algumas fotos pela janela.


Depois fui procurar um restaurante pra jantar, entrei num shopping e tinha uma feira lá dentro, e nesta achei durian!!!
O restaurante é japonês mas é aqui no Havaí! foi o mais barato que achei: 20 dolares.












quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Hilo

Quarta-feira, 06 de novembro de 2013 - Honolulu

Agora que fui escrever que percebi que a postagem de ontem não foi ao ar. Acabei de fazê-lo.

Lembra daquela minha vizinha que conheci no hostel? ela teve um lapso de insanidade e decidiu me acompanhar hoje. Entretanto foi um dia muito bacana e agradável, demos muitas risadas.

Hoje São Pedro ajudou, olha uma foto de ontem e de hoje do posto de informações:
embora o dia tenha começado nublado, tomamos rumo ao observatório, num Jeep 4x4 automático. Beleza, e eu que nunca usei GPS, nunca tinha dirigido um carro automático tão pouco um 4x4 tive que aprender rapidinho, hehehe...
E realmente aquele Ford Focus nunca iria aguentar aquela ladeira de pedrinhas e poeira. A vista é fantástica, parece que estamos num outro planeta.








O frio era literalmente doer os dentes. Tive que comprar uma touca pras minhas orelhas não caírem, estava com 2 calças e 2 blusas e tiritando de frio! Um vento cortante forte que tínhamos que nos segurar para não sermos arrastados. Mas valeu a pena, literalmente estávamos acima das nuvens, a +- 3000 metros de altura.

E claro, na volta começou a chover e quase nos perdemos uma vez que a bateria do GPS acabou e o cabo não funcionava. Eu tinha que estar no aeroporto às 12h45. Sabe que horas cheguei? 12h45, e sabe-se lá como miraculosamente a chuva passou e o céu abriu.
Eu me sentei no meio da primeira fila, ao lado do piloto.

Quem não ajudou foi Hefesto, procuramos e procuramos por lava incandescente e somente encontramos seus efeitos e fumaça. Por outro lado fiquei impressionado no tamanho das áreas afetadas, campos gigantescos.












E olha só, a Simone estava junto e ao perguntar se tinha vaga no vôo, a resposta foi negativa tanto hoje como amanhã. Enquanto eu saí para o meu, ela achou outra empresa que curiosamente tinha vaga somente naquele horário. Mas que sorte, parece que foi até combinado. Como costumo dizer, as coisas se encaixam de um forma tão estranha...

Depois desse city-tour de libélula tomamos rumo ao Volcano National Park, onde pude fazer algumas coisas que não pude ontem (lava tube / Steam Vents), e infelizmente a cratera estava muito enevoada e não se via nada de nada.




Esperamos até o tempo limite, tomamos rumo ao aeroporto onde devolvi o carro e tomei o avião para Honolulu onde estou.
De tão cansado nem vi o avião decolar. Quanto cheguei tomei um taxi pra chegar mais rápido, peguei trânsito e já não gostei dessa cidade que tem cara de metrópole, prédios, carros, concreto e asfalto, ao contrário de Hilo, que embora eu tenha tido que alugar carro, me senti muito melhor!

Mas de qualquer maneira o saldo de hoje foi positivo e embora a atração principal seja o vulcão e afins, o passeio pro observatório surpreendeu e superou quaisquer espectativas!




que dia zicado!

Terça-feira, 05 de novembro de 2013 - Hilo

Como se costuma dizer, tem dia que a gente acorda com o pé esquerdo (mesmo eu sendo canhoto). Por várias vezes eu pensei que o dia estava zicado.
Amanheceu com chuva intermitente e eu pensando no que fazer aqui debaixo de chuva. Bem fiquei conversando com o cara da recepção um monte de coisas e em seguida fui ao aeroporto pois tinha um vôo panorâmico às 11h30.




Cheguei cedo, esperei para fazer o check-in, fiquei conversando com um grupo de americanos de Miami que estava ao meu lado e pouco antes do vôo sair, o piloto veio nos avisar que a chuva estava forte e não havia visibilidade, portanto cancelado. Nossa, essa palavra soou como um grito na minha cabeça, isto estava reservado há 3 meses e eu tinha somente o dia de hoje pra isso!! Chora daqui e dali, consegui uma vaga pra amanhã.
Um pouco p* da vida eu retornei pro hostel e saí pra conhecer a região e almoçar.




Não resisti quando vi a placa de comida tailandesa e entrei.

O arroz jasmim é o melhor do mundo! bem, alguma coisa pra melhorar o dia que teve os 2 tours cancelados.

Voltando ao hostel decidimos tentar ir ao observatório. Como estou com um ford focus, fui aconselhado a ir até o posto de informações e de lá tentar carona. Beleza, levei 1h pra chegar lá e tinha somente 2 vans de japoneses, cujos motoristas me disseram que era norma da empresa não levar penetras. Tentei outros carros sem sucesso, daí começou a chover forte, desisti de carona.

Fui ao aeroporto, troquei de carro por um 4x4 e tomei caminho rumo ao Volcano Park, uma última tentativa pra salvar o dia, afinal já era 17h30. Embora frio, nesse final de tarde São Pedro deu uma trégua e pude apreciar um pouco a porta do inferno. Tudo bem que minha câmera de bolso não ajudou muito (não dava foco por estar longe), mas mesmo assim foi um começo.




Quem tirou a minha foto foi um casal de mexicanos. Assim que pedi pra me baterem a foto, ficamos conversando e na hora de ir embora, nos despedimos pelo menos umas 5 vezes. Quando les falei que todos os mexicanos são simpáticos ele até achou que eu estava tirando uma...

Chegando de lá, o rapaz veio me dizer que tinha mais um brazuca hospedado. Na verdade uma vizinha, já que ela mora na aclimação, se chama Simone, fomos procurar restaurante pra jantar mas estavam fechados, então foi no único aberto, sanduba novamente. Muito simpática e viajada, fiquei impressionado com os lugares que já passou: os mesmos que eu. Espero manter contato depois.

Com isso acabou o dia, e que dia pois ainda estou com o fuso horário deslocado em 5h e cansado. Vamos ver se Hefesto e São Pedro se entendem amanhã!